Esse forró tá muito bom,
tá muito bom
Deixa um pouquinho pra marrom,
mas aqui pra marrom
Esse forró tá muito bom, tá muito bom
Deixa um pouquinho pra marrom,
mais aqui pra marrom
Esse forró tá muito bom, tá muito bom
Deixa um pouquinho pra marrom,
mais aqui pra marrom
Esse forró tá muito bom, tá muito bom
Deixa um pouquinho pra marrom
Há muito venho paquerando,
me chegando, me ajeitando
E não cansei de esperar
Quem espera sempre alcança
E agora que estou na dança
Vamos lá forrofiar
E vamos lá forrofiar
Vamos forró, forrofiar
Se o champonêro se escapola
eu corro atrás e tomo fôlego
pro forró não se acabar
Esse forró tá muito bom tá muito bom
Deixa um pouquinho pra marrom
Mas aqui pra marrom
Esse forró tá muito bom tá muito bom
Deixa um pouquinho pra
marrom
Eu sou da terra, da cultura,
da partura, agricultura,
são José do Ribama
Do feitiço, do chouriço
Se meu pai já foi boniço
Por que não forrofiar?
E por que não forrofiar?
Vamos forrofiar
Se o sanfoneiro se escapar
Eu corro atrás e tomo fone
Pro forró não se acabar
Castiga aí, menino!
A força se fale!
Reflete!
Ei, olha eu aí, ó!
Só forrofiando
Vê lá, se queira
Esse forró tá muito bom
Deixa o porquinho pra marrom
Esse forró tá muito bom
Pra lá de pão
Deixa o porquinho pra marrom
Esse forró tá muito bom
Tá muito bom
Deixa o porquinho pra marrom
Aqui pra marrom
Esse forró tá muito bom
Pra lá de pão
Deixa o porquinho pra marrom
Há muito venho páquerando
Me chegando e me ajeitando
E não cansei de espera
Quem espera sempre alcança
E agora que estou na dança
E lá forrofiar
E vamos lá forrofiar
Vamos forro, forrofiar
Se o sanfoneiro se escapole
Eu corro atrás e tomo folha
E pro forro não se acabar
Sou da terra, da cultura,
da fartura, agricultura
São José do Ribama
Do feitiço, do chouriço
Se meu pai já foi boniço,
porque não forrofiar
E vamos lá forrofiar
Vamos forro, forrofiar
Se o sanfoneiro se escapole
Eu corro atrás e tomo folha
E pro forró não se acabar
Tá certo, Marrom
Eu também já fui boniço
E continuo querendo