Era um homem bom
Gostava de um som
E um chamego em seu engredom
De tão que era comum
Era especial, gente natural
Que não há mais no mundo,
não tem no amor
Era um homem bom,
gostava de um som
Gente natural que não há mais no mundo,
não tem no amor
Pó de poeira no céu,
alma foi presa no véu
E aterrissou nesse quebra -cabeça de nunca,
never and que não tem fim
Pó de poeira no céu, alma foi presa no véu
E aterrissou nesse quebra -cabeça de nunca,
never and que não tem fim
Ela era meio assim, cheiro de alegria
E um colo bom pra aconchegar
Um jeito de pisar, que é quase um dançar
Respeito por ela,
Mãe
Terra, beijando o seu calcanhar
Pó de poeira no céu,
alma fortreza no céu
E a terrível nesse quebra -cabeça que nunca never ends,
que não tem fim
Pó de poeira no céu,
alma fortreza no céu
E a terrível nesse quebra -cabeça que nunca never ends,
que não tem fim
Cada um com seu valor,
cada um lápis de cor
Línguas que encontrem, separam
Eterna pintura inacabada, infini -flor
Pode floerar no céu, amor foi presa no véu
E aterrindo nesse que bra -cabeça que nunca neva,
esse não tem fim
Cada um com seu valor,
cada um a pé de cor
Linhas que encontrei separam,
eterna pintura, inacabada finicô
Quase a poeira no céu,
a boca presa no véu
Me atendo nesse quebra -cabeça que nunca neva e que não
tem fim
Infra -da -ever -en -ci -lun -de -fim